quarta-feira, 27 de novembro de 2013

HELEN KELLER











Frases e pensamentos de Helen Keller








"A ciência poderá ter encontrado a cura para a maioria dos males, mas não achou ainda remédio para o pior de todos: a apatia dos seres humanos."








"Nunca se pode concordar em rastejar, quando se sente ímpeto de voar."






"Quando uma porta da felicidade se fecha, outra se abre, mas costumamos ficar olhando tanto tempo para a que se fechou que não vemos a que se abriu."






"As melhores e mais belas coisas do mundo não podem ser vistas nem tocadas, mas o coração as sente."




"Evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto se expor ao perigo. A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada."




"Muitas pessoas têm a ideia errada do que constitui a felicidade verdadeira. Ela não é alcançada através da auto-satisfação, mas através da fidelidade a um propósito digno."






"Tudo o que amamos profundamente converte-se em parte de nós mesmos."





Nascida no Alabama ela provou que deficiências sensoriais não impedem a obtenção do sucesso. Helen Keller ficou cega e surda, desde tenra idade, devido a uma doença diagnosticada na época como "febre cerebral" (hoje acredita-se que tenha sido escarlatina). Ela sentia as ondulações dos pássaros através dos cascos e galhos das árvores de algum parque por onde ela passeava.


Tornou-se uma célebre escritora, filósofa e conferencista, uma personagem famosa pelo extenso trabalho que desenvolveu em favor das pessoas portadoras de deficiência. Anne Sullivan foi sua professora, companheira e protetora. A história do encontro entre as duas é contada na peça The Miracle Worker, de William Gibson, que virou o filme O Milagre de Anne Sullivan, em 1962, dirigido por Arthur Penn (em Portugal, O Milagre de Helen Keller)...
Vida.


Em 1904 graduou-se em bacharel em filosofia pelo Radcliff Clollege, instituição que a agraciou com o prêmio Destaque a Aluno, no aniversário de cinquenta anos de sua formatura.


Ao longo da vida foi agraciada com títulos e diplomas honorários de diversas instituições, como a universidade de Harvard e universidades da Escócia, Alemanha, Índia e África do Sul.. Em 1952 foi nomeada Cavaleiro da Legião de Honra da França Foi condecorada com a Ordem do Cruzeiro do Sul, no Brasil, com a do Tesouro Sagrado, no Japão, dentre outras.


Foi membro honorário de várias sociedades científicas e organizações filantrópicas nos cinco continentes.


Em 1902 estreou na literatura publicando sua autobiografia A História da Minha Vida. Depois iniciou a carreira no jornalismo, escrevendo artigos no Ladies Home Journal. A partir de então não parou de escrever.


Socialista1 , era filiada ao Partido Socialista da América (SPA), onde desenvolveu uma intensa luta pelo sufrágio universal, ou seja, pelo direito a voto às mulheres, negros, pobres etc. Em 1912 se filiou à Industrial Workers of the World (IWW ou"os Wobblies"), passando a defender um sindicalismo revolucionário. - fonte: Wikipedia.



sábado, 23 de novembro de 2013

Manual Para Ser Aceito na Sociedade Como Uma Pessoa Normal




Manual Para ser Aceito na Sociedade Como Uma Pessoa Normal - por Paulo Coelho (alguns trechos)

1) Aceitar qualquer coisa que nos faça esquecer nossa verdadeira identidade e nossos sonhos, e nos faça apenas trabalhar para produzir e reproduzir.

3) Passar anos fazendo uma universidade, para depois não conseguir trabalho.

4) Trabalhar de nove da manhã Às cinco da tarde em algo que não dá o menor prazer, desde que em 30 anos a pessoa consiga aposentar-se.

7) Procurar ser bem sucedido financeiramente, ao invés de buscar a felicidade.

8) Ridicularizar quem busca a felicidade ao invés de dinheiro, chamando-o de "pessoa sem ambição."

10) Não conversar com estranhos.




12) Casar, ter filhos, continuar juntos mesmo que o amor tenha acabado, alegando que é para o bem da criança (que parece não estar assistindo as constantes brigas).

13) Criticar todo mundo que tenta ser diferente.

18) Manter um sorriso nos lábios quando se está morrendo de vontade de chorar. E ter piedade de todos os que demonstram seus próprios sentimentos.

21) Seguir a moda, mesmo que pareça ridícula e desconfortável.

23) Usar todos os meios possíveis para mostrar que, embora seja uma pessoa normal, está infinitamente acima dos outros seres humanos.

27) Jamais rir alto em um restaurante, por melhor que seja a história.



30) À medida que for ficando mais velho, achar-se dono de toda a sabedoria do mundo, embora nem sempre tenha vivido o suficiente para saber o que está errado.

34) usar o carro como uma maneira de sentir-se poderoso e dominar o mundo.

36) Achar que tudo o que seu filho faz de errado é fruto das companhias que ele escolheu.

39) Deixar para viver as coisas mais interessantes quando já não tiver mais forças para tal.

43) Culpar o governo de tudo de ruim que acontece.







quarta-feira, 20 de novembro de 2013

SOBRE OS PEDANTES







Trechos do livro "Como Viver 24 Horas Por Dia", de Arnold Bennet


"O pedante é um sujeito arrogante que faz questão de se envolver em ares de sabedoria superior. O pedante é um tolo pomposo que saiu para uma caminhada cerimonial sem saber que perdeu uma importante peça de roupa, ou seja, seu senso de humor. O pedante é um indivíduo enfadonho que, ao ter feito uma descoberta, fica tão impressionado com a revelação que é capaz de ficar seriamente desgostoso quando percebe que o mundo inteiro não se impressiona com o fato. É fácil e fatal transformar-se em um pedante sem perceber."






"Recuso-me a concordar que, quaisquer que sejam as circunstâncias, um fracasso glorioso é melhor que um sucesso insignificante. Sou decididamente a favor do sucesso insignificante."







Enoch Arnold Bennett foi um novelista britânico.

Nascimento: 27 de maio de 1867, Hanley, Staffordshire, Reino Unido
Falecimento: 27 de março de 1931, Londres, Reino Unido.


domingo, 17 de novembro de 2013

Carlos Solano - colunista da revista Bons Fluidos




Arvorecer,

Árvore-ser

Pois me contava Seu Antônio, no meio daquele quintalzão, no meio de latas e latinhas plantadas, cheias de cheiros e segredos, no meio de um bom caneco de café passadinho na hora: "Pois de tudo, deve-se é de arvorecer". Pausa. Arvorecer? O que será isso, meu Deus? Encabulado, e sem querer ofender, me propus discretamente a investigar. E levei a conversa para o lado mais evidente: o das árvores e das madeiras.

"A madeira é viva", me respondeu. "Só por isto, já merece um afeto". Uma misturinha caseira de cera de abelha, de carnaúba e parafina, em partes iguais, protege e evita o ressecamento que favorece as pragas. Para conservar os móveis, a cera pura de abelha ainda perfuma e imuniza, por causa da própolis. A fumaça do fogo à lenha também imuniza a madeira. Por isso, Seu Antônio jura que "em casa de mulher não entra cupim". Contra a umidade, sebo animal (ou o azeite - de dendê, de mamona...). Para a madeira que toma sol e chuva, o óleo de linhaça é um verniz natural, e ainda estimula a cor. "Mas o mais importante é colher a madeira madurinha, porque assim não será ofendida pelas pragas. E usar bem seca, para nunca empenar".





Mas podemos usar madeira em casa, sem culpa? Cortar árvore não ofende as matas? Levei a conversa adiante, tateando pelos caminhos do "arvorecer". "Depende", disse ele. "Árvore se planta, árvore cresce".

Claro, a madeira é o único material renovável... Uma montanha de areia, uma mina de calcáreo (cimento) ou de minério de ferro - elementos tecidos pela natureza ao longo de milênios - não se recuperam jamais. Mas a madeira deve ser certificada com um selo ambiental, que garante o manejo ecológico e a salvação das matas. Confirmam as barbas brancas do Seu Antônio que se replantarmos, "quando o neto estiver morando na casa que foi da avó, o mato já está refeito".


Uma luz! Quem sabe "arvorecer" não tem haver com "deixar florescer", "defender", ou "fazer permanecer" as matas? Afinal, faz sentido. A árvore é um dos três componentes fundamentais do entorno humano. Os outros são a pessoa e a casa. A árvore foi altar sagrado na Índia, oráculo na Grécia, morada de anjos para os árabes, evidência de um bom Chi, a nutritiva força natural, para os chineses. Para os índios Ticuna, no maravilhoso Livro das Árvores (OGPTB),"a floresta é a maior riqueza que podemos deixar para nossos filhos".





Sim, deve ser isso! Mesmo porque, hoje, as árvores são os protetores da Terra: impedem a erosão (a destruição do solo e dos mananciais), perfumam e purificam o ar (retendo as partículas poluentes), doam frutos, podem ser curativas, servem de habitat para animais e pássaros, equilibram o processo de aquecimento global (absorvem dióxido de carbono e devolvem à atmosfera vapor d'água e oxigênio). As árvores ainda nos favorecem criando lugares de estar (sob uma copa frondosa), de passear (uma alameda), de passar (um portal), de proteção (uma cerca), de beleza (o que é fundamental, pois o feio destrói a sensibilidade). Criando lugares de viver, as árvores também cativam os homens que, por sua vez, voltam a amá-las.



Então, num fôlego de coragem, concluí em alto e bom tom: Acho muito importante arvorecer as árvores!

"Como assim?", foi a resposta. "Arvorecer é arvorejar". Diante da minha cara de interrogação, ele se compadeceu:

"Al-vo-re-cer ou al-vo-re-jar. Alvejar, tornar alvo, amaciar, abrandar, embrandecer o coração empedernido. Isso vale mais do que tudo".

Vale mesmo. Mas cá para mim, arvorecer ainda tem - e sempre terá - tudo haver com árvore. Arvorecer é "árvore-ser". Pois não precisamos "árvore-ser" o coração e parar com esta mania de dominar a natureza? Não precisamos plantar mais árvores - seja em vasos, no jardim, na calçada ou no sítio - como um ato a favor da vida? "Árvore-ser" é saber que vivemos em uma árvore, ou no único país do mundo que tem nome de árvore: Pau Brasil. "Árvore-ser" é vestir o verde da nossa bandeira.

Pois não é que arvorecer é mesmo tudo o que precisamos? Estão aí os cabelos e as barbas brancas do Seu Antônio para comprovar.



Arquiteto Carlos Solano

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

GEORGE SANTAYANA







Pensamentos de George Santayana



"O único remédio para o nascimento e a morte, é de gozar o que os separa."



"A teoria ajuda-nos a suportar a ignorância dos fatos."



"O que os outros pensam de nós teria pouca importância se não influenciasse tão profundamente o que pensamos de nós mesmos quando tomamos conhecimento da opinião alheia."



"O fanatismo consiste em intensificar os nossos esforços depois de termos esquecido o nosso alvo."



"O mundo é uma caricatura perpétua de si mesmo; e a cada momento ele é a derrisão e a contradição do que pretende ser."


"Quem não recorda o passado está condenado a repeti-lo."



"O moço que não chorou é um selvagem, e o velho que não quer rir é um tolo."



"Há três tipos de governo: o que faz acontecer, o que assiste acontecer e o que nem sabe o que acontece."


"Nosso caráter é um presságio de nosso destino, e quanto maior a integridade que temos e mantemos, mais fácil e nobre este destino tem probabilidade de ser."






George Santayana, pseudônimo de Jorge Agustín Nicolás Ruiz de Santayana y Borrás, foi um filósofo, poeta e ensaísta espanhol. Wikipédia
Nascimento: 16 de dezembro de 1863, Madrid, Espanha
Falecimento: 26 de setembro de 1952, Roma, Itália
Indicações: Nobel de Literatura




segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Sobre o Sofrimento








Do Livro Jóias raras do Ensinamento Budista - vários autores




"Algumas pessoas são capazes de lidar com seu sofrimento melhor do que outras. Um modo pouco habilidoso de lidar com ele é tentar fugir dele. Quando corremos, o sofrimento tem o hábito de acompanhar. O sofrimento não vive em um certo lugar ou em uma situação particular, ele vive em nossos próprios corações. Ele monta no mesmo avião, barco ou carro conosco, e vai aonde formos. Tentar escapar dele fugindo é claramente impossível."






"Querer alguma coisa que não temos ou querer livrar-se de alguma coisa que temos. Não há outras causas para o sofrimento."






"A sabedoria deve ser sempre equilibrada pela compaixão, e a compaixão deve ser equilibrada pela sabedoria.






Um dia, um violento rei-dragão encontrou um bodhisattva ( um ser que se dirige para a iluminação ) no caminho. O bodhisattva disse: "Não mate, meu filho! Se você mantiver os cinco preceitos e cuidar de todas as vidas, você será feliz." Ao ouvir somente estas palavras, o dragão tornou-se totalmente não violento. As crianças que molestavam animais aos pés das montanhas Himalayas tinham muito medo do dragão. Mas quando ele se tornou manso, elas perderam seu medo e logo pularam em cima dele,, puxaram sua cauda e jogaram pedras e sujeira em sua boca. Depois de um tempo, o dragão já não podia comer e ficou muito doente. Quando o rei-dragão se encontrou de novo com o bodhisattva, ele gritou: "Você me disse que se eu mantivesse os cinco preceitos e tivesse compaixão, eu seria feliz. mas agora eu sofro, e de modo algum estou feliz." O bodhisattva respondeu: "Meu filho, se você tem compaixão, moralidade e virtude, deve ser ter também sabedoria e inteligência. Este é o modo de você se proteger. Da próxima vez que as crianças fizerem você sofrer, mostre a elas o seu fogo. Depois disso, elas não mais te incomodarão."





segunda-feira, 4 de novembro de 2013

JAMES JOYCE







"Os erros são os portais da descoberta."





"Deus fez o alimento, o diabo acrescentou o tempero."




"Eu irei lhe dizer o que eu irei fazer e o que eu não irei fazer. Eu não servirei aqueles no qual não acredito mais, mesmo que se Intitulem minha casa, minha cidade natal ou minha igreja: e eu tentarei me expressar [viver] de uma forma mais livre e completa possível [através da arte], usando em minha defesa as únicas armas que eu me permito usar - silêncio, exílio e habilidade."




"Fizeste que eu confessasse os pavores que tenho. Mas vou te dizer também o que não me apavora. Não tenho medo de estar sozinho, de ser desdenhado por quem quer que seja, nem de deixar seja lá o que for que eu tenha que deixar. E não tenho medo, tampouco, de cometer um erro, um erro que dure toda a vida e talvez tanto quanto a própria eternidade mesma."




"A irresponsabilidade faz parte do prazer na arte. É a parte que os acadêmicos não sabem reconhecer."




"A história é um pesadelo do qual tentamos acordar."




Nascimento: 2 de Fevereiro de 1882

Morte: 13 de Janeiro de 1941 (58 anos)

Biografia: James Augustine Aloysius Joyce foi um romancista, contista e poeta irlandês expatriado. É amplamente considerado um dos autores de maior relevância do século XX. Suas obras mais conhecidas são o volume de contos Dublinenses/Gente de Dublin e os romances Retrato do Artista Quando Jovem, Ulisses e Finnegans Wake - o que se poderia considerar um cânone joyceano.

7 comportamentos que o orgulhoso tem, mas não pense que são só sete…

Um texto de Cristiane Cardoso, do blog Fé 7 comportamentos que o orgulhoso tem, mas não pense que são só sete… 1-...