quarta-feira, 25 de maio de 2016

JARDIM DE INVERNO









Do livro "Jardim de Inverno" de Hannah Kristin:




"Nós, mulheres, fazemos escolhas pelos outros, não por nós mesmas."






"...Nunca se fazia uma pergunta até ter uma ideia muito boa de qual seria a resposta."








sábado, 21 de maio de 2016

Sobre Prosperidade










Trechos absolutamente necessários do livro igualmente indispensável "Wicca - A Bruxa Tá Solta!" de Eddie Van Feu





"Ficar fazendo as coisas do mesmo jeito esperando que algo mude é estúpido. um hamster aprende isso depois do terceiro choque, no máximo."






"As religiões, na sua maioria, são boas. O que estraga são as pessoas. Assim que o ego entra em ação, todo mundo começa a se estapear e tentar ocupar o pódium da última palavra."







"No Brasil, um empresário (ou dono de um negócio) é constantemente visto como "explorador", enquanto seus empregados são frequentemente vistos como "pobres coitados que não tiveram oportunidade de ser algo mais." Precisamos urgentemente apagar também essa ideia do país dos coitados em que a pessoa bem-sucedida é exploradora, um empregado é um explorado e um que não tem trabalho é um coitado.Tanto da cultura cristã quanto da nossa própria cultura brasileira, herdamos esse hábito de cultuar a miséria como mártir e condenar a riqueza, como se fosse uma mácula (afinal, sem ela não existiria a miséria.)"




quinta-feira, 12 de maio de 2016

Desmond M. Tutu - Sobre o Perdão







Desmond M. Tutu – Sobre o Perdão


“Nenhum de nós quer que a história de sua vida seja a soma de todas as suas mágoas. Não fomos criados para viver na dor e no isolamento. Fomos criados para viver no amor e na conexão mutua. Quando há uma ruptura nessas conexão, devemos encontrar um modo de repará-la.”






O Perdão Não é Esquecimento.

“Alguns consideram o perdão difícil porque acreditam que perdoar significa esquecer a dor que sofreram. Posso dizer inequivocamente que perdoar não significa esquecer o mal causado. Não significa negar o mal causado. Não significa fingir que a mágoa não aconteceu ou o ferimento não foi tão sério quanto realmente foi. O ciclo do perdão só pode ser ativado e completado com absoluta verdade e honestidade.
Perdoar exige que demos vazão às  violações e mágoas que sofremos. Perdoar não exige que carreguemos nosso sofrimento em silêncio ou sejamos mártires numa cruz de mentiras. O Perdão não significa que devamos fingir que as coisas são diferentes do que são.
Fui traído, anunciamos. Estou sofrendo. Fui injustiçado. Estou envergonhado. Sinto raiva por terem feito isso comigo. Sinto-me triste e perdido. Talvez eu nunca esqueça o que você fez comigo, mas vou perdoá-lo. Vou fazer tudo ao meu alcance para não deixar que você me faça mal novamente. Não vou me vingar de você ou de mim mesmo.”





"O perdão não é uma escolha que se faz para o outro, e sim uma escolha que se faz para si mesmo."






"Você já esteve nesta encruzilhada
E nela estará outras vezes.
se parar por um momento, poderá perguntyar:
Para que lado ir?
Poderá dar as costas a sua tristeza
E participar da corrida chamada vingança,
Percorrer aquela cansada trilha uma vez
atrás da outra,
Ou admitir sua dor
E trilhar o caminho que chega a um fim:
É nessa direção que fica a liberdade, meu amigo.
Posso lhe mostrar onde moram
A esperanã e a completude,
Mas você não poderá descartar
Seu sofrimento a caminho de lá,
Para encontrar o caminho que leva à paz:
Antes, terá que se encontrar com a dor
E dar vazão a ela."





segunda-feira, 2 de maio de 2016

A Natureza Humana








Um trecho do livro "A Arte da Sabedoria - 300 Máximas para Entender a Natureza Humana", por Baltasar Grácian (1601-1658, Belmonte, Espanha)


13- Perceber as segundas intenções - A vida dos homens consiste numa guerra contra a malícia dos outros. a astúcia se arma com estratagemas de má intenção: nunca faz o que indica, despista e em seguida ataca subitamente, sempre atenta e pronta para confundir. A fim de conquistar a atenção e a confiança, insinua uma intenção para, logo em seguida, mudar de posição e vencer pela surpresa. A inteligência perspicaz desvia-se da astúcia ao observá-la detidamente, espreitá-la com cautela, compreender o oposto do que a astúcia dá a entender e identificar de imediato as falsas intenções. A inteligência ignora a primeira intenção, aguardando a segunda e até mesmo a terceira. A simulação cresce ainda mais ao ver seu truque descoberto e tenta enganar contando a verdade. Muda de jogo, engana com a aparente falta de malícia. Sua astúcia se baseia na maior sinceridade. Mas a observação se adianta, enxerga através de tudo isso e descobre as sombras envoltas em luz. Decifra a intenção, que, quanto mais simples, mais ardilosa é. Assim se dá a luta da astúcia de Píton contra a fraqueza dos penetrantes raios de Apolo.








BILHETE

Um poema de Mário Quintana: Se tu me amas, ama-me baixinho Não o grites de cima dos telhados Deixa em paz os passar...