quinta-feira, 9 de março de 2017

MAGIA






“Acredite no amor. Acredite na magia. Inferno, acredite em Papai Noel. Acredite em algo. Acredite em você mesmo. Acredite nos seus sonhos. Se não o fizer, quem o fará?” -  Jon Bon Jovi






“A Magia é a Ciência e a Arte de causar mudanças de acordo com a Vontade” 
― Aleister Crowley




"Ousadia contém gênio, e gênio, poder e magia" - Goethe





“Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia.” 
― Arthur Charles Clarke




“Na realidade, a magia é uma ciência divina. Na verdadeira acepção da palavra, ela é o conhecimento de todos os conhecimentos, pois nos ensina como conhecer e utilizar as leis universais.” 
― Franz Bardon



“Veja o mundo ao seu redor com olhos brilhantes, porque os maiores segredos estão escondidos nos lugares mais improváveis. E aqueles que não acreditam em magia nunca vão encontrá-la.” 
― Roald Dahl



Há, então, dois princípios contrários, um bom e outro mau? Perguntaram os discípulos de Manés. Não, os dois princípios do equilíbrio universal não são contrários ainda que opostos em aparência, porque é uma sabedoria única a que opõe um ao outro.O bem está à direita, o mal à esquerda; porém a bondade suprema se acha acima de ambos e ela se servirá do mal para o triunfo do bem, e do bem para a reparação do mal.
- Eliphas Levi




"Quando as forças cósmicas são invocadas, elas vêm aos pares, ação e reação sendo iguais e opostas."
- Dione Fortune














segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Sebastien-Roch-Nicolas de Chamfort - e a Sociedade







Máximas de Chamfort - e sua crítica à sociedade de sua época, que pelo que vejo, só mudou para pior.








Há séculos em que a opinião pública é a pior das opiniões.





Podemos considerar o edifício metafísico da sociedade como um edifício material composto de diversos nichos ou compartimentos, de grandeza mais ou menos considerável. Os cargos – com suas prerrogativas, seus direitos, etc.- constituem esses diversos compartimentos, esses diferentes nichos. Eles são duradouros enquanto os homens passam. Aqueles que os ocupam são ora grandes, ora pequenos, e nenhum ou quase nenhum foi feito para seu cargo. Ali vemos um gigante, curvado ou acocorado em sua pequena morada. Lá está um anão sob uma arcada: raramente o nicho é feito para uma estátua. Em torno do edifício circula uma multidão de homens de diferentes tamanhos. Todos esperam que haja um nicho vazio, a fim de colocarem nele, qualquer que seja. Para ser admitido, cada um faz valer seus direitos, ou seja, o seu nascimento ou suas proteções. Eles apurariam aquele que, para ter preferência, fizesse valer a proporção que existe entre o nicho e o homem, entre o instrumento e o estojo. Os próprios concorrentes se abstêm de objetar essa desproporção aos seus adversários.




Aqueles que tem espírito têm mil boas histórias para contar sobre as tolices e as bajulações das quais foram testemunhas, e é o que se pode ver por cem exemplos. Como esse é um mal tão antigo quanto a monarquia, nada comprova melhor quão irremediável ele é. Pelos milhares de casos que ouvi contar, poderia concluir que, se os macacos tivessem o talento dos papagaios, seriam de bom grado transformados em ministros.




Os homens deste mundo estão amontoados, enquanto creem estar em sociedade.




A sociedade é composta de duas grandes classes: os que têm mais jantares do que apetite, e os que têm mais apetite do que jantares.






Felizes os que nada esperam, nunca serão desiludidos.




Não é fácil encontrar a felicidade em nós mesmos e é impossível encontrá-la em outro lugar.





A sociedade – aquilo que se chama de mundo – não passa de luta entre mil pequenos interesses opostos, uma luta eterna entre todas as vaidades que se entrecruzam, se chocam, sucessivamente feridas, humilhadas umas pelas outras, que expiam no dia seguinte, no desgosto de uma derrota, o triunfo da véspera. Viver solitário, não ser machucado nesse choque miserável em que se lança por um instante os olhos para ser arrasado no instante seguinte, é aquilo que se chama de não ser nada, não ter existência. Pobre humanidade!





O público, o público, quantos tolos são precisos para fazer um público?





Quando Montaigne diz, a propósito, da grandeza: “Já que não podemos alcança-la, vinguemo-nos, maldizendo-a”, ele diz uma coisa divertida, muitas vezes verdadeira, mas escandalosa, e que dá armas aos tolos que foram favorecidos pela fortuna. Muitas vezes é por pequenez que se odeia a igualdade de condições. Porém, um verdadeiro sábio e um homem honesto poderiam odiá-la como uma barreira que separa as almas feitas para se aproximarem. Há poucos homens de caráter distinto que não tenham rejeitado os sentimentos que lhe inspirava um certo homem de classe superior, que não tenham repelido, para sua própria aflição, alguma amizade que poderia ser para eles uma fonte de doçuras e consolações. Cada um deles, em vez de repetir as palavras de Montaigne, pode dizer: “Odeio a grandeza que me faz fugir daquilo que eu amava ou teria amado.”






A generosidade não passa da piedade das almas nobres.





Celebridade: a vantagem de ser conhecido por aqueles que não nos conhecem.




Governa-se os homens com a cabeça: não se joga xadrez com um bom coração.






Tudo que é oriundo da classe do povo arma-se contra ele para oprimí-lo, desde o miliciano até o negociante transformado em secretário do rei, o pregador saído de uma aldeia para pregar a submissão ao poder arbitrário, o historiógrafo filho de um burguês, etc. São como os soldados de Cadmo: os primeiros a receber suas armas voltam-se contra seus irmãos e atiram-se sobre eles. (
Nota: Cadmos – mitológico fundador de Tebas. Chegando à Beócia, matou um dragão que devorava seus homens e, por ordem de Minerva, semeou seus dentes. Desses dentes afiados nasceram soldados, que lutaram entre si até só restarem cinco, que se tornaram os ancestrais dos tebanos). 




Filósofo, moralista, hedonista e revolucionário, o francês Sébastien-Roch-Nicolas de Chamfort (1740-1794) foi um dos principais críticos da sociedade francesa do século XVIII. Iniciou sua carreira literária com poesias e comédias, porém alcançou notoriedade com a publicação póstuma de Máximas, Pensamentos & caracteres & Anedotas. Contrário aos valores corrompidos que cercavam o reinado de Luis XVI, Chamfort foi partidário da Revolução Francesa. Detido em 1793 e ameaçado de ser novamente detido no ano seguinte, Chamfort faleceu em virtude dos ferimentos decorrentes de sua desastrada tentativa de suicídio. Não suportando a idéia de voltar para a prisão, Chamfort fecha-se em seu gabinete e dispara uma bala contra o rosto. A pistola funciona mal e, apesar de perder o nariz e parte do maxilar, ele não consegue matar-se. Arma-se então de um corta-papéis e tenta cortar a garganta porém, apesar de diversas tentativas, não consegue achar a artéria. Utiliza então o mesmo corta-papéis para espetar o peito e seus jarretes. Exausto, perde a consciência. Seu valete, alertado, encontra-o em um mar de sangue. Apesar de todos os esforços de Chamfort para matar-se, conseguem salvá-lo.

                               


                                  

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Machado de Assis






Pensamentos de Machado de Assis




"Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria."



"Não levante a espada sobre a cabeça de quem te pediu perdão."



"O dinheiro não traz felicidade — para quem não sabe o que fazer com ele."


"Está morto: podemos elogiá-lo à vontade."


"Esquecer é uma necessidade. A vida é uma lousa, em que o destino, para escrever um novo caso, precisa de apagar o caso escrito."


"Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho. Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!"


"Há amigos de oito dias e indiferentes de oito anos."


"A ocasião faz o furto; o ladrão nasce feito."


"Uma coisa é citar versos, outra é crer neles."


"Há coisas que melhor se dizem calando."



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

John Ronald Reuel Tolkien








Nascimento: 3 de janeiro de 1892

Morte: 2 de setembro de 1973 (81 anos)

Ocupação: Acadêmico, filólogo

Biografia: Sir John Ronald Reuel Tolkien, conhecido internacionalmente por J. R.R. Tolkien, foi um premiado escritor, professor universitário e filólogo sul-africano, radicado no Reino Unido, que recebeu o título de doutor em Letras e Filologia pela Universidade de Liège e Dublin, em 1954, e autor das obras O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion.

Fonte: KDP 




“Você pode encontrar as coisas que perdeu, mas nunca as que abandonou.” 





“Tudo o que temos de decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado.” 






“O elogio que vem daquele que merece o elogio está acima de todas as recompensas.” 







“Nem todos que vagam estão perdidos.” 






“Geralmente o hóspede que não foi convidado acaba sendo a melhor companhia.” 






“Para olhos tortos a verdade pode ter um rosto desvirtuado.” 





“A esperança talvez nasça, quando tudo é desgraça.” 






"A mão queimada ensina melhor. Depois disso o conselho sobre o fogo chega ao coração."

(Gandalf - O Senhor dos Anéis)






"Chorar por uma pessoa que está morta não é tão triste quanto chorar por uma uma pessoa que ainda vive mas que a perdemos para sempre."
O Senhor dos Anéis




"O sofrimento é uma pedra de afiar para uma mente forte."







"...Porque um homem que foge do seu medo pode descobrir que, afinal, apenas enveredou por um atalho para ir ao seu encontro."




"É estranho, mas as coisas boas e os dias agradáveis são narrados depressa, e não há muito que ouvir sobre eles, enquanto as coisas desconfortáveis, palpitantes e até mesmo horríveis podem dar uma boa história e levar um bom tempo para contar."
O Hobbit





"Se você voltar, não será mais o mesmo."
 O Hobbit: Uma Jornada Inesperada
Gandalf







"A jornada não acaba aqui. A morte é apenas um outro caminho... que todos temos que tomar."





SARTRE

Alguns pensamentos de Jean-Paul Sartre. "Falamos na nossa própria língua e escrevemos numa língua estrangeir...